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2000 - O CAMPEONATO BRASILEIRO MAIS BAGUNÇADO DE TODOS OS TEMPOS

por Sandro Varela

Olá amigos do distintivos.com.br estamos chegando com um novo texto sobre campeonatos nacionais e desta vez falaremos sobre a Copa João Havelange, o mais confuso campeonato brasileiro de todos os tempos, muito mais confuso que aqueles promovidos pela CBD.

Primeiramente para não perder o costume, vamos situar o leitor no ano em questão. 2000 foi o ano em que muita gente comemorou antes da hora a virada do milênio, que de fato aconteceu de 2000 para 2001. Neste ano, os Estados Unidos deram uma aula de como não se deve fazer uma eleição, ao demorar dias para contar os votos da Flórida e que deu a vitória para George W. Bush. Já no Brasil o principal destaque foram as eleições municipais, com principal destaque para a cidade de São Paulo, com a vitória de Marta Suplicy e a fraca campanha nos Jogos Olímpicos em Sydney. Neste ano, Rubens Barrichello estreou na Ferrari e venceu o Grande Prêmio da Alemanha e seu companheiro de equipe, Michael Schumacher tirou a escuderia de um longo jejum sem fazer um piloto campeão mundial.

Nossa seleção teve poucos bons momentos, entre eles o 3 x 1 frente a Argentina no Morumbi. A fraca campanha nos Jogos Olímpicos marcou o fim da linha para Wanderley Luxemburgo frente ao escrete canarinho e por um jogo, Candinho assumiu o lugar. Depois, prometendo um "futebol-bailarino" Emerson Leão, então técnico do Sport Recife ocupou o lugar aberto, porém logo na primeira partida a torcida mostrou sua revolta jogando bandeiras da arquibancada do Morumbi na magra vitória por 1 x 0 diante da Colômbia.

Retrato de um ano confuso

Quando o campeonato de 99 terminou, o Gama, sentindo-se prejudicado com os desmandos do STJD entrou na justiça comum e em todas as batalhas saiu-se vencedor. A CBF estava impedida de fazer o campeonato sem incluir o time do DF e para obedecer a justiça, o Clube dos 13 acabou promovendo uma competição longa e arrastada, com quatro módulos e que teria 16 clubes numa oitava de final, sendo 13 do módulo principal (azul), dois de um secundário (amarelo) e mais um que viria de uma disputa entre os módulos verde e branco.

A chave principal contou com 25 clubes, o Gama incluso e uma série de outras equipes tentou um lugar na série azul pela justiça, sem conseguir sucesso. Como diz o ditado popular, o que não tem remédio, remediado está, mas esse remédio seria amargo demais para o futebol nacional.

Demais Módulos

O Módulo amarelo contou com dois grupos na fase de classificação.

A chave A teve os seguintes times: América do Rio, Figueirense, Americano, Joinville, Avaí, Londrina, Bangu, Marcílio Dias, Botafogo de Ribeirão Preto, Paraná Clube, Bragantino, São Caetano, Brasil de Pelotas, União São João, Caxias, Villa Nova de Nova Lima, Criciúma e XV de Novembro de Piracicaba.

O grupo B teve: ABC de Natal, Nacional de Manaus, América de Natal, Náutico, Anapolina, Paysandu, Bandeirante, Remo, Ceará, River, CRB, Sampaio Corrêa, CSA, São Raimundo, Desportiva, Serra, Fortaleza e Vila Nova de Goiânia.

Saíram oito times para as oitavas de final dentro do Módulo. Pela chave A saíram classificados: São Caetano, Figueirense, Paraná, Botafogo de Ribeirão Preto, Criciúma, Caxias, Bangu e. Avaí.

Na chave B, vieram Fortaleza, São Raimundo, Sampaio Corrêa, Náutico, Paysandu, Anapolina, Remo e CRB. As três vagas na fase final ficaram com o Paraná Clube, São Caetano, que acabaria empolgando o Brasil no final daquele ano e o Remo.

Já o cruzamento dos módulos verde e branco envolvia um mundaréu de times. Eles foram divididos em grupos, mas citaremos todos para que o amigo leitor saiba antes quem disputou esta competição. A saber:

Módulo Verde: Botafogo da Paraíba, Porto de Caruaru, Central de Caruaru, Treze de Campina Grande, Moto Clube, Tuna Luso Brasileira, Potiguar de Mossoró, ASA de Arapiraca, Corinthians Alagoano, Camaçari, Juazeiro, Campinense, Sergipe, Confiança, Baré de Boa Vista, Rio Negro de Manaus, Flamengo do Piauí, Genus Rondoniense, Ypiranga, Rio Branco FC, Atlético Goianiense, Goiânia, Brasília, Interporto, Comercial de Campo Grande, Operário de Campo Grande, Dom Pedro II de Brasília.

Módulo Branco: Juventus, São José de São José dos Campos, Nacional de São Paulo, Uberlândia, Rio Branco de Americana, Volta Redonda, Rio Branco de Cariacica, Comercial de Ribeirão Preto, Malutrom, Etti Jundiaí, União de Rondonópolis, Internacional de Limeira, União Bandeirante, Madureira, Friburguense, Olímpia, Ipatinga, São Cristóvão, Matonense, União Barbarense, Mogi Mirim, Internacional de Santa Maria, Portuguesa Santista, Ituano, Rio Branco de Paranaguá, Olaria e Santo André.

Após a disputa dos dois grupos, a final foi feita entre Malutrom e Uberlândia, com a vaga para as oitavas de final ficando com a equipe paranaense.

Módulo Azul

Os 25 times da primeira divisão, América Mineiro, Guarani, Atlético Mineiro, Internacional de Porto Alegre, Atlético Paranaense, Juventude, Bahia, Palmeiras, Botafogo, Ponte Preta, Corinthians, Portuguesa, Coritiba, Santa Cruz, Cruzeiro, Santos, Flamengo, São Paulo, Fluminense, Sport Recife, Gama, Vasco, Goiás, Vitória e Grêmio, entraram para a disputa das 12 vagas pertencentes ao Módulo Azul nas oitavas de final, mas o amigo leitor entende que o Gama esteja entre estes times, mas como se explica que o Fluminense e o Bahia estejam entre eles? O tricolor carioca, que fora campeão da terceira divisão em 99 e o tricolor baiano, que disputava a série B no referido ano, foram convidados pelo Clube dos 13 a integrar a competição principal, a despeito dos resultados obtidos nos anos anteriores.

Como novidades dos clubes à época, o Cruzeiro contava com os serviços de Luiz Felipe Scolari. O Palmeiras se despedia da Parmalat, depois de oito anos juntos, o Corinthians ainda amargava a eliminação para o Palmeiras na Libertadores da América e o Grêmio mostrava um jogador que anos depois deixaria o mundo de queixo caído. Ronaldo de Assis Moreira, ou simplesmente Ronaldinho Gaúcho.

A queda do longo tabu

Em 2 de setembro de 2000, um dos mais longos tabus envolvendo jogos de campeonato brasileiro caiu. O São Paulo finalmente conseguiu bater o Palmeiras em um jogo da competição nacional, fato que não acontecia desde 1973. O placar daquela partida foi 3 x 0 para o tricolor do Morumbi.

Sobrou pra mim, o bagaço da laranja!!!!

O ano estava tão ruim para o Corinthians que a única coisa a ser comemorada foi o não rebaixamento do time. A equipe de Parque São Jorge chegou a somar 11 partidas seguidas com derrota e uma das parcas vitórias no ano foi conquistada sobre a Ponte Preta por 1 x 0 em São Paulo, gol marcado por um veterano jogador, Muller.

Última rodada

A última rodada da fase classificatória, disputada em 19 de novembro, reuniu jogos bastante emocionantes e outros bem desinteressantes. Entre as partidas que despertaram a atenção estava uma que sairia um classificado de qualquer jeito. Palmeiras e Guarani se enfrentaram no Palestra Itália e o time paulistano fez valer sua força, batendo o bugre campineiro por 2 x 0. Já um jogo que atraiu pouquíssima gente ao Mineirão, tanto que nem as rádios se deram trabalho de transmitir foi América Mineiro 2 x 1 Corinthians.

Oitavas de Final

16 times: Cruzeiro, Sport Recife, Fluminense, Goiás, Vasco, São Paulo, Ponte Preta, Atlético Paranaense, Internacional, Grêmio, Palmeiras, Bahia, Paraná Clube, São Caetano e Malutrom chegaram as oitavas de final. Os jogos desta fase foram: Cruzeiro x Malutrom, Goiás x Paraná, Remo x Sport Recife, Fluminense x São Caetano, Grêmio x Ponte Preta, Atlético Paranaense x Inter, São Paulo x Palmeiras e Vasco x Bahia. Os critérios de desempate seriam semelhantes aos adotados na Copa do Brasil, ou seja: Gol fora de casa vale o dobro.

O Cruzeiro passou pelo Malutrom com um empate por 1 x 1 e uma vitória por 3 x 0 e pegaria na fase seguinte o Inter, que empatou em 0 x 0 no Beira-Rio e venceu o Furacão por 2 x 1 na Arena da Baixada. O Vasco despachou o Bahia com um empate por 3 x 3 na Fonte Nova em Salvador e uma vitória em São Januário por 3 x 2 e o Paraná Clube bateu o Goiás com um empate em Curitiba por 1 x 1 e uma vitória no Serra Dourada por 3 x 0.

A segunda parte da chave contou com estes jogos: O Grêmio bateu a Ponte Preta com duas vitórias. Na ida, 1 x 0 no Olímpico e 2 x 1 no Moisés Lucarelli em Campinas. O Sport Recife conquistou sua vaga para as quartas com uma derrota por 2 x 1 em Belém do Pará e uma vitória por 1 x 0 na Ilha do Retiro, no Recife. O Palmeiras passou pelo São Paulo com um empate por 1 x 1 no Pacaembu e uma vitória por 2 x 1 no Morumbi. O último jogo...

Azulão cala o Maracanã

O São Caetano começava a aprontar das suas. O time do ABC paulista estava com o gramado do estádio Anacleto Campanella em reformas e mandava seus jogos no Palestra Itália, campo do Palmeiras. Na ida contra o Fluminense em São Paulo, um empate por 3 x 3. A torcida carioca estava confiante para o jogo da volta, só que em pleno Maracanã, um tiro indefensável de Adhemar calou a torcida tricolor e classificou a equipe azul para as quartas de final.

Quartas de final

Para a alegria de Felipão, o Internacional cruzou o caminho do Cruzeiro e seguindo a tradição o técnico gaúcho matou o seu maior rival. Na ida, empate no Beira-Rio por 1 x 1 e na volta vitória cruzeirense por 3 x 2. O seu rival na semi-final seria o Vasco, que passou pelo Paraná Clube. Na ida 3 x 1 em Curitiba para o Vasco e na volta 1 x 0 para o Paraná em São Januário. O Grêmio garantiu sua vaga batendo o Sport por 2 x 1 no Olímpico e 1 x 0 na Ilha do Retiro.

O primeiro clássico a gente nunca esquece

O São Caetano pela primeira vez de forma oficial jogaria um clássico, seria contra o Palmeiras e o time do ABC passou pelo verdão com uma vitória por 4 x 3 e um empate por 2 x 2.

Semifinal

O Cruzeiro chegou ao fim de seu caminho na João Havelange contra o Vasco. O time de Minas empatou na ida, no Rio por 2 x 2 e sofreu uma derrota fatal para as suas pretensões por 3 x 1. Contudo, o time mineiro estava tranqüilo para 2001, já que tinha uma vaga para a Libertadores 2001 assegurada com a vitória na Copa do Brasil meses antes.

Mais uma vez o Azulão apronta das suas

Enquanto isso, o São Caetano ia conquistando o Brasil. O time do ABC paulista pegaria o Grêmio nas semifinais e na ida bateu o tricolor gaúcho por 3 x 2. Tudo indicava que o Grêmio faria valer sua fama de time copeiro e mataria o Azulão, só que... O Grêmio parou no São Caetano com uma derrota por 3 x 1 dentro do Olímpico.

Final

1º ato, um empate em Sampa

Vasco e São Caetano entraram no gramado do Palestra Itália para o primeiro jogo da final e os dois gols que definiram o placar daquela partida saíram no primeiro tempo. César abriu o marcador aos 14 e Romário aos 27 jogaram a decisão para o dia 30 de dezembro em São Januário, seria o local da festa de Eurico Miranda e sua trupe...

2º ato, mas que dia, hein????

O Vasco, na figura de seu presidente, Eurico Miranda determinou que todos os ingressos fossem vendidos à sua torcida, nenhuma entrada foi destinada à torcida do Azulão, até mesmo o prefeito da cidade, Luis Olintho Tortorello teve que entrar como torcedor comum. Dentro do campo, a festa programada pelo Vasco não estava se concretizando, pois quem dominava as ações era o time do ABC paulista, até que aos 23 minutos, quando o goleiro Hélton ia bater um tiro de meta, parte da grade da arquibancada do tradicional estádio cedeu e muitos torcedores caíram dentro do campo de jogo, alguns feridos outros apenas querendo se safar da situação.

O dirigente cruz-maltino, Eurico Miranda queria a todo custo a continuidade da partida, mas o clima de uma decisão de campeonato havia caído por terra. Até que as 18h deste dia, o então governador do Rio, Anthony Garotinho, telefonou ao comandante da policia determinando a não continuidade da partida. O fato gerou protestos de Miranda, mas não havia como continuar um jogo num estádio onde acabara de acontecer uma tragédia, ainda bem que não houve vitimas fatais.

3º ato, O dia em que o SBT apareceu na Globo

Com esta situação colocada, o STJD determinou que os dois times poderiam entrar em campo no dia 18 de janeiro de 2001 (isso não lembra nada, amigo leitor?) com os mesmos elencos para a partida decisiva da João Havelange. A partida aconteceu no Maracanã e desta vez houve disponibilização de ingressos à torcida do time paulista.

Um fato curioso foi que o presidente do Vasco, creditando a não continuidade do jogo do dia 30/12/2000 à TV Globo, colocou o time do Vasco em campo com as camisas ostentando o logotipo da empresa segunda colocada no ranking das televisões no Brasil, o SBT de Silvio Santos. O fato gerou um mal estar para a detentora dos direitos de transmissão da Copa JH, já o SBT até agradeceu a propaganda gratuita.

O jogo, bem... O Azulão precisava da vitória e partiu para cima do Vasco no início do jogo, mas atacava desordenadamente. O time carioca marcava bem e não deixava espaços para o São Caetano. Apesar de atacar menos, o Vasco abriu o placar com Juninho Pernambucano, aos 29 minutos. Houve uma bela troca de passes no ataque e o meia acertou um chute forte, da entrada da área, no ângulo esquerdo do gol de Silvio Luiz.

Aos 36 minutos, o empate do São Caetano aconteceu na jogada característica da equipe: o chute de fora da área. Adãozinho soltou uma bomba, sem chances para Hélton, e deu nova esperança para o time paulista.

Três minutos depois, no entanto, em outra boa jogada dos atacantes do Vasco, Jorginho Paulista deixou o time de São Januário na frente. A defesa do Azulão pediu impedimento, mas o árbitro Márcio Rezende de Freitas, ele mesmo confirmou o gol. Na segunda etapa, o São Caetano começou melhor, com os chutes de longa distância de Adhemar, mas foi outro artilheiro que brilhou. Romário, aos sete minutos, se livrou da marcação do zagueiro e marcou seu 20º gol na competição, que garantiu o seu primeiro título brasileiro da carreira.

Depois do terceiro gol vascaíno, o São Caetano perdeu a força e os cariocas passaram a tocar a bola com inteligência. Euller chegou a marcar aos 32 minutos, mas estava impedido e o gol foi anulado. Com isso, o Vasco faturou seu quarto título nacional, além disso, essa foi a primeira taça nacional conquistada por Romário.

Na próxima coluna falaremos do Atlético Paranaense, primeiro campeão do novo milênio e que colocou o time do Paraná no rol dos campeões nacionais.

Confira a ficha técnica do segundo jogo da final.

Data e local: 18/1/2001 Maracanã (Rio)

VASCO 3 X 1 SÃO CAETANO

Juiz: Márcio Rezende de Freitas (PR); Renda: R$ 442.270,00; Público: 31.761; Gols: Juninho Pernambucano 30, Adãozinho 37, Jorginho Paulista 40 do 1º; Romário 7 do 2º; Cartões Amarelos: Euller, Serginho, César, Romário, Gilmar e Claudecir

VASCO: Hélton, Clébson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista; Nasa, Jorginho (Henrique), Juninho Pernambucano (Paulo Miranda) e Juninho Paulista (Pedrinho); Euller e Romário. Técnico: Joel Santana

SÃO CAETANO: Sílvio Luiz, Japinha (Gilmar), Daniel, Serginho e César; Adãozinho, Claudecir, Aílton (Leto) e Esquerdinha (Zinho); Adhemar e Wagner. Técnico: Jair Picerni

Confira a classificação final da Copa João Havelange:

Campeão

1º Vasco (RJ)

2º São Caetano (SP)

3º Cruzeiro (MG)

4º Grêmio (RS)

5º Paraná Clube (PR)

6º Palmeiras (SP)

7º Internacional (RS)

8º Sport Recife

9º Ponte Preta (SP)

10º Fluminense (RJ)

11º Bahia (BA)

12º São Paulo (SP)

13º Atlético Paranaense

14º Goiás (GO)

15º Malutrom (PR)

16º Remo (PA)

Elimiandos na primeira fase do Módulo Azul

17º Guarani (SP)

18º Santos (SP)

19º Flamengo (RJ)

20º Botafogo (RJ)

21º Portuguesa (SP)

22º Vitória (BA)

23º América Mineiro

24º Atlético (MG)

25º Juventude (RS)

26º Gama (DF)

27º Coritiba (PR)

28º Corinthians (SP)

29º Santa Cruz (PE)

Perdedor da disputa da terceira vaga no Módulo Amarelo

30º Paysandu (PA)

Perdedores das quartas de final no módulo amarelo

31º Caxias (RS)

32º Náutico (PE)

33º Fortaleza (CE)

34º Bangu (RJ)

Perdedores das oitavas de final do módulo amarelo

35º Figueirense (SC)

36º Botafogo (SP)

37º Avaí (SC)

38º São Raimundo (AL)

39º Criciúma (SC)

40º Sampaio Corrêa (MA)

41º CRB (AL)

42º Anapolina (GO)

Elimiandos da primeira fase do Módulo Amarelo

43º Serra (ES)

44º ABC (RN)

45º Ríver (PI)

46º Joinville (SC)

47º América de Natal

48º Ceará (CE)

49º América (RJ)

50º CSA (AL)

51º Americano (RJ)

52º União São João (SP)

53º Nacional (AM)

54º XV de Piracicaba (SP)

55º Marcílio Dias (SC)

56º Bragantino (SP)

57º Desportiva (ES)

58º Brasil (RS)

59º Villa Nova de Nova Lima (MG)

60º Vila Nova de Goiás (GO)

61º Londrina (PR)

62º Bandeirante (DF)

Vice da disputa dos Módulos Verde e Branco

63º Uberlândia (MG)

Eliminados na disputa da terceira fase dos Módulos Verde e Branco

64º Etti Jundiaí (SP)

65º Tuna Luso (PA)

66º Juazeiro (BA)

67º Olímpia (SP)

68º Central (PE)

69º Moto Clube (MA)

Eliminados na disputa da segunda fase dos Módulos Verde e Branco

70º Corinthians (AL)

71º Rio Branco (PR)

72º Rio Branco (SP)

73º Flamengo (PI)

74º Ypiranga (AP)

75º Juventus (SP)

76º Tocantinópolis (TO)

77º Portuguesa Santista (SP)

78º Confiança (SE)

79º Operário (MS)

80º Friburguense (RJ)

81º Matonense (SP)

82º Dom Pedro II (DF)

83º Atlético (GO)

84º União Bandeirante (PR)

85º Santo André (SP)

Eliminados na disputa da primeira fase dos módulos Verde e Branco

86º Rio Branco (AC)

87º Baré (RR)

88º Botafogo (PB)

89º Sergipe (SE)

90º Rio Negro (AM)

91º Porto (PE)

92º Treze (PB)

93º São Cristóvão (RJ)

94º Mogi-Mirim (SP)

95º ASA (AL)

96º Madureira (RJ)

97º Nacional (SP)

98º Internacional de Limeira (SP)

99º Goiânia (GO)

100º Ipatinga (MG)

101º Camaçari (BA)

102º Ituano (SP)

103º Comercial (MS)

103º Olaria (RJ)

105º Brasília (DF)

106º União (MT)

107º Comercial (SP)

108º Volta Redonda (RJ)

109º União A. Barbarense (SP)

110º Internacional-SM (RS)

111º Genus Rondoniense (RO)

112º Potiguar (RN)

113º Campinense (PB)

114º São José de São José dos Campos (SP)

Desistiram de disputar os Módulos Verde e Branco

115º Interporto (TO)

115º Rio Branco (ES)

Sandro Varela é redator do site Autoracing e torcedor do Palmeiras.

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